Ercília Machado representa o Atletismo no calendário solidário «UM Pulsar de Campeões»

Ercília Machado, terceira classificada no recente Grande Prémio de Natal, é apenas uma das 12 figuras desportivas que participam do calendário solidário “UM Pulsar de Campeões 2018” da Associação Académica da Universidade do Minho, cujas verbas angariadas serão entregues a favor do Fundo Social de Emergência da instituição, que ajuda estudantes com dificuldades financeiras.

 

O «UM Pulsar de Campeões» deste ano apresenta duas novidades: a presença de uma atleta estrangeira, concretamente a espanhola Rocío Sánchez Estepa, campeã mundial universitária de karaté em 2016 e medalha de bronze no mundial sénior de 2014, e uma equipa, mais especificamente a de andebol feminino da Universidade do Porto, medalha de bronze no Europeu de 2010.

O calendário «é uma iniciativa que promove aquele que tem de ser um dos princípios fundamentais do ensino superior, a igualdade de oportunidades, dando resposta às necessidades e dificuldades que inúmeros estudantes sentem nos seus estudos e no seu dia-a-dia», refere em comunicado o presidente da AAUM, Bruno Alcaide.

 

Uma foto de equipa é uma das novidades deste ano
Uma foto de equipa é uma das novidades deste ano

Calendário custa 5 euros

Com fotografias de Nuno Gonçalves, o calendário, já à venda (5 euros), tem a Corrida representada por Ercília Machado, rosto do mês de dezembro do calendário.

«É com enorme prazer que participo na edição de 2018 do Calendário Solidário “UM Pulsar de Campeões” da Associação Académica da Universidade do Minho.

A solidariedade não tem barreiras, e é feita de pessoas, intenções. É acima de tudo uma força inquebrável: UM Pulsar.”

Para mim, esta iniciativa é fantástica, visto ser em prol de apoiar estudantes com menos possibilidades e assim conseguir ajudá-los a realizar os seus sonhos. O facto de ajudar alguém traz-me em certa parte uma paz de espírito, enche o meu coração. Estarei representada no mês de dezembro, o meu mês 😜.

Espero que comprem o calendário e ajudem nesta nobre causa», escreveu a corredora no Facebook.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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