Equatoriano Gonzalo Calisto acusa doping no Ultra Trail Mont Blanc 2015

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O doping, aqui e ali, começa a assolar o mundo do Ultra Trail. O mais recente foi protagonizado pelo equatoriano Gonzalo Calisto, que surpreendeu meio mundo quando alcançou um honroso quinto lugar em 2015 na prova rainha da modalidade no continente europeu, o Ultra Trail Mont Blanc.

 

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A International Association of Athletics Federation (IAAF) revelou o uso de Eritropoyetina (EPO) por parte de Calisto, que agora ficará afastado das provas nos próximos dois anos.

A entidade que rege o atletismo mundial revelou que o doping aconteceu a 29 de agosto, após um exame realizado pela organização do UTMB..

Pouco conhecido no trail mundial, Calisto causou furor com o seu tempo no UTMB 2015, 22h24, menos 75 minutos que o vencedor, o francês Xavier Thevenard.

De referir que este é o primeiro caso positivo da história do Ultra Trail Mont Blanc.

Os organizadores do UTMB já revelaram que vão exigir que o equatoriano devolva o troféu que recebeu pelo seu quinto lugar, mas também o casaco de “Finisher” da prova, um dos objetos mais desejados dos corredores de Ultra Trail.

«Os troféus que entregamos aos 10 melhores atletas da prova são peças de arte únicas. Assim, cada corredor, desde o quinto ao nono, reciberá novas peças, enquanto o novo décimo colocado terá o troféu que tem direito», refere um comunicado da organização, que revela que não foi informada oficialmente pela IAAF, mas soube do caso devido a publicação de uma lista de atletas sancionados pela entidade na sua página da internet.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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