Colombiano foi o mais rápido a subir o Empire State Building

O colombiano Frank Nicolás Carreño foi o grande vencedor da já tradicional Empire State Building Run Up, cujo atletas são obrigados a subir 1576 degraus. Pela primeira vez na história da prova, já com 41 edições (61 anos desde a primeira edição), um corredor latino ganhou a corrida.

 

Carreño precisou de 10m50 para alcançar o 86.º andar do Empire State Building, localizado a uma altura de 326 metros. Cerca de um minuto atrás ficou o belga Tomas Bekkali. O último lugar do pódio ficou na posse do atleta local Sproule Love.

«Estou muito feliz porque sempre sonhei vencer aqui desde que ganhei a minha primeira prova, na Torre Colpatria. É fantástico ganhar na capital do mundo. Este ano houve blocos de saída para determinar as saídas, de acordo com o ranking. Esta ascensão é muito diferente da Torre Colpatria devido ao desenho e o tipo de piso», afirmou o colombiano após a sua ascensão.

Na prova feminina, e pela sexta vez consecutiva em nove participações, a vitória foi para a australiana Suzy Walsham, com um tempo de 12m56.

Recordes da Empire State Building Run Up não foram superados

Na edição deste ano, participaram cerca de 200 corredores. Os recordes da Empire State Building Run Up estão nas posses de Paul Crake (2003) e Andrea Mayr (2006), com 9m33 e 11m23, respetivamete.

A Empire State Building Run Up está integrada na World Cup Towerruning, circuito mundial de corrida vertical. Com o triunfo em Nova Iorque, Carreño ocupa agora a segunda posição da classificação geral, com 805 pontos, apenas atrás de Piort Lobodzinski, da Polónia, com 1056 pontos. Já Suzi Walsham lidera, com 970 pontos. Atrás está a checa Lenka Svabikova, com 736 pontos.

A próxima etapa está agendada para o dia 17 de fevereiro, a M1 Run, nos Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

CLASSIFICAÇÕES

Mulheres
1. Suzy Walsham (AUS), 12m56
2. Cindy Harris (USA), 13m16
3. Shari Klarfeld (USA), 13m43

Homens
1. Frank Nicolás Carreño (COL), 10m50
2. Omar Bekkali (BEL), 11m53
3. Sproule Love (USA), 12m10

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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