EDP Espanha lidera patrocínios das principais corridas no país vizinho

A empresa portuguesa EDP é a principal empresa patrocinadora do Mundo da Corrida em Espanha, revela um estudo da Havas Sports & Entertainment, revelado pelo jornal espanhol Expansion.

 

Banca, seguros e energia. Estes são os setores mais dinâmicos no seio publicitário da corrida em Espanha. O estudo da Havas Sports & Entertainment teve como centro de análise as 50 corridas mais populares do país vizinho, que acolheu uma das provas mais importantes no domingo passado, a Maratona e a Meia-maratona de Madrid. O Expansión revela que o evento arrecadou 36 milhões de euros por parte dos atletas que não moram na cidade.

«O setor da energia está presente em 20% das corridas incluídas no estudo, sendo o mais representado, com mais 13 acordos de um total de 65, já que algumas competições compartem mais de um patrocinador. Boa parte deste êxito é explicado pelo destacado papel que exerce a EDP, bandeira deste desporto. “O running é uma atividade popular, onde as pessoas estão no centro e transmite um dos principais valores da companhia: a proximidade”, afirma Carmen Fernández, diretora de comunicação da EDP em Espanha, que patrocina cerca de 15 provas entre corridas de estreda e de Trail, em que participam, todos os anos, mais de 120.000 pessoas», escreve o Expansion, que revela que a Endesa, empresa que também está em Portugal, é outra que está presente no Mundo da Corrida.

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Outra nota a destacar é a presença da banca. No total, seis entidades bancárias estão relacionadas com 11 das 50 competições, «17% do total de patrocínios», entre elas o Banco Santander, que aposta forte no desporto, assim como o histórico El Corte Inglés, «que, há mais de 35 anos, dá nome a La Cursa El Corte Inglés, a corrida mais popular da Europa, com mais de 60.000 corredores na sua última edição».

Na área dos automóveis, destaque para a Renaul, com patrocínio em mais de 160 corridas em 2016.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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