Dulce Félix eleita Atleta Europeia de dezembro

A Associação Europeia revelou que a portuguesa Dulce Félix foi a Atleta Europeia de dezembro, fruto da sua prestação na Maratona de Valência, quando alcançou a quinta posição, na sua primeira prova após ser mãe.

 

A portuguesa terminou a Maratona de Valência com o tempo de 2h25m24, segunda marca europeia de 2018, e assim foi a atletas mais votada da sondagem da Associação Europeia, com 5123 votos. Atrás ficaram a italiana Nadia Battocletti, campeã europeia júnior de corta-mato, com 3793 votos, e a russa Mariya Lasitskene, do salto em altura, com 2091 votos (no masculino, o vencedor foi o norueguês Jakob Ingebrigtsen, pelo terceiro ano consecutivo campeão europeu júnior de corta-mato). Esta foi a quarta vez que Dulce Félix foi eleita.

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Dulce Félix foi a melhor atleta europeia de dezembro de 2018
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Portugal não alcançava uma “vitória” nesta votação deste 2015, quando Sara Moreira foi eleita. No total, o nosso país soma 16 “triunfos”, numa votação agora restrita às redes sociais.

PORTUGUESES ATLETAS EUROPEUS DO MÊS (AEA)

Naide Gomes, março 2007

Francis Obikwelu, junho 2007

Nelson Évora, janeiro 2008

Rui Pedro Silva, novembro 2008

Nelson Évora, maio 2009

Inês Monteiro, outubro 2009

Dulce Félix, novembro 2009

Jéssica Augusto, novembro 2010

Jéssica Augusto, dezembro 2010

Dulce Félix, novembro 2011

José Rocha, novembro 2012

Dulce Félix, novembro 2012

Jéssica Augusto, abril 2014

Sara Moreira, novembro 2014

Sara Moreira, novembro 2015

Dulce Félix, dezembro 2018

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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