Dereje Bekele pretende bater o recorde mundial na Meia-maratona de Barcelona

Um dos grandes nomes já confirmado na prova, a etíope Roza Dereje Bekele, de apenas 21 anos, revelou que tem como objetivo no próximo dia 10 de fevereiro bater o recorde do Mundo da Meia-maratona, em Barcelona.

 

Para escrever o seu nome na história, Dereje Bekele terá de superar o tempo da queniana Joyciline Jepkosgei, que, em 2017, correu a Meia-maratona de Valência em 1h04m51. Refira-se que o melhor tempo da etíope é 1h07m00, alcançada em abril último, em Istambul.

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De referir que a jovem fundista apresenta um excelente tempo na Maratona, concretamente de 2h19m17, tempo alcançado na Maratona do Dubai, no ano passado, um tempo que colocou o seu nome na agenda das principais provas do Mundo. Aliás, muitos acreditam que Dereje Bekele poderá superar nos próximos tempos o recorde mundial da distância, na posse de Paula Radcliffe (2h15m25, Londres 2003).

«Escolhi Barcelona porque é uma das corridas mais rápidas do mundo e com uma excelente organização», revelou Dereje Bekele, que adiantou que a participação no país vizinho tem  como objetivo a sua preparação para a Maratona de Londres, agendada para o dia 28 de abril.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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