Europa vence no masculino e no feminino no Crosse de Edimburgo

Num dos eventos mais marcantes do calendário do corta-mato mundial, a Europa foi mais forte este ano na Great Edinburgh Cross Country, tanto no masculino como no feminino.

 

No ano passado, o norte-americano Leonard Korir venceu o Crosse de Edimburgo por alguns segundos. Este ano, repetiu o feito, terminando os 8 km da prova em 24m32 (mais 29 segundos do que o tempo alcançado em 2017), menos três segundos do tempo alcançado pelo turco Kaan Kigen Ozbilen. Na terceira posição ficou Aras Kaya (24m39). Todavia, a vitória de Korir não foi suficiente para os Estados Unidos alcançarem o triunfo, já que a equipa europeia terminou o evento com 47 pontos, menos três que a adversária do outro lado do Atlântico.

Uma vitória também alcançada pela equipa feminina europeia nos 6 km, que somou 42 pontos, menos dez que a Grã-Bretanha. As três primeiras foram a turca Yasmin Can (20m58), a britânica Emelia Corecka (21m00) e a norte-americana Molly Seidel (21m04).

Nota ainda para a bracarense Mariana Machado, que, na prova junior (4 km), alcançou um honroso segundo lugar, com o tempo de 14m13, menos três segundos que Kelsey Chmiel, dos Estados Unidos. Por equipas, a Europa ficou no terceiro lugar.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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