Grupo de corrida pretende correr S. Silvestre de São Paulo sem pagar e promete entregar inclusive medalhas

No Brasil, corredores que participam em provas sem pagar, os denominados “pipocas”, é algo frequente. Nem mesmo a tradicional São Silvestre de São Paulo consegue fugir a esse problema. Todavia, este ano, poderá ser dado um novo passo: os “pipoqueiros” receberão uma medalha de finalista paralela ao do evento…

 

Nas redes sociais do Brasil, concretamente no WhatsApp, já circulam mensagens do grupo de corrida “Gladiadores do Asfalto”, que revela que irá participar na São Silvestre de São Paulo, agendada para o dia 31 de dezembro, sem pagar. Ao mesmo tempo, o grupo indica que vai entregar 50 medalhas para quem correr com eles, medalhas que custam 29,90 reais (7,70 euros) para os interessados. «Grupo Gladiadores do Asfalto ajudando quem não tem condições de pagar 170 reais (43,55 euros)», podemos ler nas mensagens do WhatsApp.

De referir que os Gladiadores do Asfalto se autointitulam «grupo de corrida não mercenário que corre por amor». Evidentemente que esta atitude do grupo está a dividir os corredores no Brasil. Uns aprovam, outros criticam. Mas o que não podemos negar é que o grupo Gladiadores do Asfalto está a aproveitar a organização da São Silvestre para correr nas ruas de São Paulo, além de ganhar dinheiro com a venda das suas medalhas…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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