Corredor morre de enfarte durante a Maratona da Cidade do México

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Erick García Ramírez, de 34 anos, morreu no último domingo durante a Maratona da Cidade do México devido a um enfarte, revelou a organização da prova.

 

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O corredor desmaiou perto do quilómetro 35 da prova, na Avenida de los Insurgentes y Marcelo, e foi atendido de imediato pela equipa médica da prova, o Escuadrón de Rescate y Urgencias Médicas (ERUM), que levou Ramírez para o Hospital de Xoco, em Coyoacán, no sul da cidade.

Durante o percurso, que durou seis minutos, foram aplicados «os protocolos de recuperação com a ajuda de aparelhos e massagem cardíaca, no que se presume ter sido um enfarte fulminante do miocárdio. Erick García Ramírez chegou ao hospital sem sinais vitais», lê-se num comunicado.

Os organizadores revelaram ainda que, durante a prova, atenderam 311 casos, entre elas luxações, torções, insolação, dores de cabeça e pressão alta, mas nada tão grave como o caso de Ramírez.

A corrida, que já conta com 33 edições, foi ganha pelos etíopes Daniel Aschenik (2h19m24. Atrás ficaram Debebe Tolosa, com 2h19m49, e Elisha Korir Chumo, 2h20m03) e Shewarge Amar (2h41m08. Atrás ficaram Misker Mekonnen Demissie, com 2h41m54, e Abrah Serkalem Biset, com 2h42m47), no masculino e feminino, respetivamente.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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