Corre 600 metros em menos de 1m15? Ele correu…

Jovem ainda desconhecido para muitos mas uma referência no atletismo universitário dos Estados Unidos, o queniano Emmanuel Korir alcançou o recorde do Mundo nos 600 metros em pista coberta.

 

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Na Cherry & Silver Collegiate Invitational, em Albuquerque, Korir, estudante da Universidade do Texas, em El Paso, correu a distância em 1m14s97, superando um recorde que já tinha 17 anos, que estava na posse do alemão Nico Motchebon (1m15s12).

«Korir é um atleta muito especial e tem um enorme talento. A sua melhor distância são os 800 metros e portanto os 600 metros serve de preparação para a sua carreira», afirmou o seu técnico, Mika Laaksonen. «Com a sua resistência e velocidade, mal posso esperar para ver o que ele alcançará no futuro.»

De referir que Korir alcançou 1m46s50 nos 800 metros na semana passada em pista coberta. Ao ar livre, o seu melhor registo é 1m46s94.

Top 10 dos 600 metros em pista coberta

01) Emmanuel Korir (Quénia): 1m14s97 (20/01/17)
02) Nico Motchebon (Alemanha): 1m15s12 (28/02/99)
03) Adam Kszczot (Polónia): 1m15s26 (05/02/12)
04) Mohamed Aman (Etiópia): 1m15s31 (02/02/14)
05) Casimir Loxsom (USA): 1m15s33 (01/03/15)
06) Boris Berian (USA): 1m15s51 (14/02/16)
07) Dmitrijs Milkevics (Letónia): 1m15s60 (05/02/05)
08) Erik Sowinski (USA): 1m15s61 (16/02/13)
09) Pierre Ambroise Bosse (França): 1m15s63 (03/02/13)
10) Kevin Borlee (Bélgica): 1:15.65 (13/02/11)

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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