Contagem regressiva de Carlos Sá para a Marathon des Sables começou…

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A partir de domingo, Carlos Sá, de 41 anos, vai marcar presença pela quinta vez na Marathon des Sables, uma das provas mais emblemáticas, duras e exigentes do Mundo. Um dos favoritos ao título final, o português procura a vitória que nunca aconteceu nas anteriores quatro edições, apesar de ser por duas vezes o melhor europeu.

 

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«Repetir os bons resultados alcançados nas quatros edições anteriores», revela um comunicado da assessoria de Carlos Sá sobre as ambições do português na prova africana, cuja presença acontece pela quinto vez consecutiva. E «repetir os bons resultados» pode ser o do ano passado, por exemplo, quando Sá alcançou o quarto lugar da geral, o melhor europeu da prova.

A Marathon des Sables é disputada a sul de Marrocos e apresenta uma extensão de 250 quilómetros, divididos em seis etapas.

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O material que Carlos Sá vai transportar no início da prova, no domingo

 

«É muito mais que uma prova desportiva, é uma autêntica experiência de vida. Estar a competir com os melhores do mundo nesta disciplina, onde alguns se preparam exclusivamente para esta prova, é também um grande desafio.»

Nas anteriores edições, Carlos Sá alcançou, além do quarto lugar em 2014, o oitavo, quarto e sétimo lugares em 2011, 2012 e 2013, respetivamente.

Recorde-se que o CORREDORES ANÓNIMOS entrevistou há pouco tempo Carlos Sá, que explicou as principais dificuldades da Marathon des Sables…

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Como escreveu Carlos Sá na sua página, esta será a sua casa a partir de domingo

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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