Consegue correr 104 km? Elisa Forti conseguiu aos 81 anos…

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A italiana Elisa Forti foi o grande nome da El Cruce Columbia 2016, uma das mais duras corridas de Trail da América do Sul. Aos 81 anos (comemorados no último mês de dezembro), a corredora, argentina de coração, já que mora no país sul-americano desde os 14 anos, completou pela terceira vez a prova, totalizando 104 km em três etapas pela Cordilheira dos Andes.

 

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Forti foi um dos nomes do evento, sendo escolhida assim para levar a bandeira da Argentina na Cerimónia de Abertura da prova, que contou com cerca de 2700 participantes, oriundos de 33 países.

A “jovem” atleta terminou a El Cruce Columbia, que correu ao lado do seu neto Lihuel, de 20 anos, em cerca de 72 horas. Recorde-se que a competição é dividida em três etapas que oscilam entre 25 e 40 km.

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Em relação aos ganhadores deste Trail bastante duro e reconhecido no continente americano, o italiano Marco De Gasperi foi o grande vencedor, com o tempo de 8h18m46 (venceu duas das três etapas), repetindo o feito de 2014. Atrás ficaram Sergio Trecamán (8h34m37) e Sergio Pereyra (8h35m36).

No feminino, a vasca Oihana Kortazar (vencedora em 2013) ganhou as três etapas, com o tempo total de 10h03m50. Nas posições seguintes ficaram Leticia Saltori (10h22m05) e Luciana Urioste (10h47m48).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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