Conheça o Top 10 musical que mexeu com os corredores em 2015

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O Spotify revelou recentemente as músicas que fizeram os corredores de todo mundo «mexerem». Do Top 10, destaque para as mulheres, com “Run the World (Girls)”, de Beyoncé, a liderar o pelotão.

 

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No total, os utilizadores do Spotify Running, lançado em maio de 2015, correram mais de 55 milhões de quilómetros em 2015. E a música de Beyonce “Run the World (Girls)” foi a mais ouvida por todos. Nos lugares abaixo do pódio ficaram “Chandelier”, de Sai, e “Uptown Funk”, de Mark Ronson. Do Top 10, refira-se que sete das dez canções são interpretadas por artistas femininas.

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Refira-se que o Spotify Running é um aplicativo que calcula a passada do corredor, oferecendo depois uma mistura non-stop de músicas que coincidem com o tempo e o gosto musical de cada utilizador.

«Desde o seu lançamento em maio, os utilizadores do Spotify Running escutaram mais de 5 milhões de horas de música e cobriram mais de 55 milhões de quilómetros – o equivalente a dar a volta ao mundo a correr 1.386 vezes», revela um comunicado. A app apresenta ainda os denominados “Spotify Running Originals”, que proporciona músicas exclusivas desenhadas especificamente para a corrida e que podem ser ajustadas para combinar com o tempo do utilizador.

O Top 10 é formado pelas seguintes músicas:

1. Beyoncé – “Run the World (Girls)”
2. Sia – “Chandelier”
3. Mark Ronson – “Uptown Funk”
4. Wiz Khalifa – “See You Again” (feat. Charlie Puth)
5. Beyoncé – “7/11”
6. Kelly Clarkson – “Heartbeat Song”
7. Missy Elliott – “Work It”
8. TLC – “No Scrubs”
9. Rihanna – “Bitch Better Have My Money”
10. Calvin Harris – “Feel So Close”

 

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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