Analice Silva homenageda por centenas de pessoas

O evento «Vamos Correr Pela Analice!», convocado nas redes sociais, contou esta terça-feira com cerca de uma centena de pessoas que fizeram questão de recordar uma das pessoas mais singulares dos amantes da Corrida em Portugal. Analice Silva partiu no passado dia 23, mas a verdade é que o seu sorriso continua a ser recordado com carinho por todos.

 

«Vamos Correr Pela Analice!» foi convocado para transmitir a «solidariedade, amizade, carinho, amor e ânimo» de todos para com Analice Silva, numa altura em que a corredora lutava contra um cancro. Apesar da sua morte, o evento não foi desmarcado, uma decisão acertada, como ficou comprovado pelo número de participantes.

O que era para ser uma corrida de ânimo transformou-se assim numa corrida de homenagem a uma atleta que deixou marcas em todos, que não esquecem ainda hoje o sorriso de Analice Silva.

No total, um percurso de 12 km que serviu para muitos trocarem histórias e experiências vividas com a brasileira mais portuguesa das corridas nacionais.

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Como curiosidade, refira-se que este treino poderá se tornar numa corrida frequente no futuro, já que algumas pessoas pretendem criar, precisamente no Carnaval, uma prova dedicada à Analice Silva.

A homenagem poderá assim ser eterna, como eterna é Analice Silva no coração de muitos…

Veja as fotos de Bernardete Morita, uma das pessoas presentes na homenagem desta terça-feira de Carnaval.

Analice Silva homenageada em São João de Lampas

Analice Silva homenageada em São João de Lampas

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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