Campeões de 2015 defendem título na Maratona de Nova Iorque

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Os organizadores da Maratona de Nova Iorque revelaram que os campeões de 2015, os quenianos Stanley Biwott e Mary Keitany, defenderão os títulos na edição deste ano, agendada para 6 de novembro.

 

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Biwott é o corredor mais rápido do pelotão, com um tempo de 2h03m51, registo alcançado na Maratona de Londres este ano, no passado mês de abril. De referir que o queniano foi uma das desilusões dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, já que desistiu da prova. No ano passado, Biwott, que venceu a sua primeira Abbott World Marathon Majors, alcançou o tempo de 2h10m34. Na prova masculina, referência ainda para o campeão mundial Ghirmay Ghebreslassie ou o bicampeão da Maratona de Boston Lelisa Desisa, por exemplo.

No feminino, Keitany, de 34 anos, que ganhou no ano passado pela segunda vez a Maratona de Nova Iorque com o registo de 2h24m25 (ganhou também em 2014 com 2h25m07), tem como melhor tempo pessoal 2h18m37. As suas principais adversárias serão Joyce Chepkirui, Gladys Cherono e Sally Kipyego, Aselefech Mergia e Buzunesh Deba, por exemplo.

Top 10 da elite masculina e feminina da Maratona de Nova Iorque

HOMENS

Stanley Biwott (KEN), 02h03m51
Lelisa Desisa (ETH), 02h04m45
Lucas Rotich (KEN), 02h07m17
Ghirmay Ghebreslassie (ERI), 02h07m47
Datán Ritzenhein (USA), 02h07m47
Ryan Vail (USA), 02h10m57
Hiroyuki Yamamoto (JPN), 02h11m48
Matt Llano (USA), 02h12m28
Shadrack Biwott (USA), 02h12m55
Tyler Pennel (USA), 02h13m32

MULHERES

Maria Keitany (KEN), 02h18m37
Gladys Cherono (KEN), 02h19m25
Aselefech Mergia (ETH), 02h19m31
Buzunesh Deba (KEN), 02h19m59
Joyce Chepkirui (KEN), 02h24m11
Lanni Marchant (CAN), 02h28m00
Kellyn Taylor (USA), 02h28m40
Janet Bawcom (USA), 02h29m45
Sara Hall (USA), 02h30m06
Neely Gracey (USA), 02h35m00

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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