Campeã olímpica da Maratona no Rio16 na Meia-maratona de Lisboa

 

sumgong

A queniana Jemima Sumgong, campeã olímpica da Maratona nos Jogos Olímpicos do  Rio de Janeiro, é o principal nome da Rock’n’Roll Meia-maratona de Lisboa, dia 2 de outubro, que já conta com 16 mil inscrições.

 

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Primeira queniana a conquistar a medalha de ouro na Maratona olímpica, Sumgong é o alvo a abater na prova lisboeta, que apresenta, segundo o seu organizador, «um dos melhores grupos de elite de sempre». Além da atleta do Quénia, a prova feminina conta com as compatriotas Beatrice Mutai e Margaret Agai, primeira e segunda classificadas do ano passado, respetivamente.

Pelas cores nacionais, referência para Ana Dulce Félix, 16.ª classificada na Maratona do Rio de Janeiro. No entanto, a portuguesa referiu que vai com o intuito de participar na prova, já que voltou aos treinos agora depois da desgastante prova no Brasil devido ao calor.

No masculino, destaque para a presença do eritreu Zersenay Tadese, recordista mundial da distância, vencedor por três vezes da Meia-maratona da “Ponte 25 de Abril”. É a primeira vez que o africano percorrerá a Ponte Vasco da Gama. Tadese terá como rivais o compatriota Ngusa Amloson, atual vencedor, e o queniano Mosinet Geremew, segundo em 2014.

Os organizadores revelaram que faltam cerca de mil inscrições para esgotar a prova (17 mil atletas).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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