Campeã olímpica da Maratona na Meia-maratona de Lisboa

Jemina Jelagat Sumgong

A queniana Jemina Jelagat Sumgong, campeã olímpica da Maratona nos Jogos Olímpicos Rio2016, é um dos principais nomes da Meia-maratona de Lisboa, agendada para 19 de março. Mas há outras referências da modalidade…

 

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Presidente do Maratona Clube de Portugal e organizador da prova, Carlos Móia não teve medo das palavras e, na conferência de imprensa de apresentação da Meia-maratona de Lisboa, admitiu que a prova deste ano contará com «a melhor elite feminina de sempre».

Além da estrela Sumgong, a primeira atleta do Quénia a vencer a medalha de ouro na Maratona nos Jogos Olímpicos, a prova contará, por exemplo, com a também queniana Vivian Cheruyot, atual campeã olímpica dos 5.000 e 10.000 metros, e a etíope Mare Dibaba, outro dos nomes do Atletismo mundial, assim como a etíope Ruti Aga, vencedora do ano passado, e a etíope Genet Yalew, que ganhou a Meia-maratona de Portugal. No cartaz internacional, nota ainda para as gémeas Leila e Lily Luik, da Estónia. Entre as portuguesas, os destaques até ao momento são Ana Dulce Félix e Jéssica Augusto.

No masculino, e com a ausência de Mo Farah, as referências são o eritreu Nguse Amloson, vencedor da Meia-maratona de Portugal 2016, e os quenianos James Wangari Mwangi (59.07) e Simon Cheprot (59.20). Hermano Ferreira, Rui Pedro Silva, José Moreira, Ricardo Ribas e Rui Teixeira representam as cores nacionais.

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Não se enganou! Já “viu” essa atleta duas vezes antes…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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