Campeã da Maratona de Londres e dos Jogos do Rio vence São Silvestre de São Paulo

São Silvestre mais emblemática do Mundo, a queniana Jemona Sumgong, que ganhou em abril a Maratona de Londres e, em agosto, conquistou a medalha de ouro da Maratona nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, venceu este sábado a São Silvestre de São Paulo, com um novo recorde da prova, que tem 15 km de distância.

 

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A campeã olímpica registou o tempo de 48m35, menos 13 segundos que o melhor registo da prova, na posse da compatriota Priscah Jeptoo desde 2011. Sumgong correu a distância com 40 segundos de avanço sobre Flomena Cheyech Daniel (49m15), também do Quénia. Eunice Cehbicii, do Bahrein, registou 50m26 e ficou no último lugar do pódio.

Na prova masculina, o triunfo foi para etíope Leul Aleme, com 44m53. Atrás ficaram o compatriota Dawit Admasu (44m55) e o queniano Stephen Kosgei (45m00), numa corrida definida apenas nos últimos metros.

CLASSIFICAÇÕES

FEMININO:
1) Jemima Jelagat (QUE) – 48m35
2) Flomena Cheyech Daniel (QUE) – 49m15
3) Eunice Cehbicii (BRN) – 50m26
4) Ymer Wude (ETI) – 51m40
5) Ester Chesang Kakuri (ETI) – 51m45

7) Tatiele Roberta de Carvalho (BRA) – 54m01

MASCULINO:
1) Leul Aleme (ETI): 44m53
2) Dawit Admasu (ETI): 44m55
3) Stephen Kosgei (QUE): 45m00
4) Giovani dos Santos (BRA): 45m30
5) Willian Kibor (ETI): 45m49

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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