Calix Fattmann tem 17 anos e já correu 100… Maratonas

O norte-americano Calix Fattmann, de apenas 17 anos, completou a sua 100.ª Maratona no passado fim-de-semana. Aos 5 anos completou os seus primeiros 5 km, aos 10 anos correu a sua primeira Meia-maratona e, aos 12 anos, fez a sua estreia na prova rainha do Atletismo.

«Sempre desejei alcançar um recorde no Mundo da Corrida. Não sou suficientemente rápido para alcançar um recorde numa Maratona, mas consigo acumular corridas. Sempre é alguma coisa…», confessou Fattmann, que tem no pai a sua inspiração.

A verdade é que o seu progenitor, que, no ano passado, correu 52 Meias-maratonas e 65 Maratonas, levava o filho, quando este tinha quatro anos, para a pista de Atletismo da Universidade de Mizzou enquanto treinava para as suas Maratonas.

«Acredito que tudo começou por aí… Criei Calix sozinho desde os seus sete meses e o levava comigo para o ginásio, tinha na altura dois anos. Depois, ele começou a querer correr comigo», revelou o orgulhoso pai, Ken.

Desejo de Calix Fattmann é agora completar um triatlo de média distância

O melhor tempo de Calix Fattmann na Maratona é de 3h44 e o desejo do jovem norte-americano é agora terminar uma prova de triatlo de média distância (natação – 1,9 km; ciclismo – 90 km; corrida – 21,1 km). Antes dos 20 anos…

«Calix pode fazer tudo o que quiser na vida, seja a correr Maratonas ou a fazer coisa qualquer», garante o seu pai.

Há alguma dúvida?…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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