Cadela corre Meia-maratona e termina na sétima posição

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A cadela Ludivine foi a estrela da Trackless Train Trek, em Elkmont, no Alabama, Estados Unidos, ao terminar a prova de 21 km num honroso sétimo lugar. E sem nenhum treino…

 

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Sozinha, Ludivine costuma fazer as suas necessidades pelas ruas de Elkmont, quando a sua dona, April Hamlin, abre o portão. No entanto, a cadela decidiu incorporar-se aos participantes da Trackless Train Trek e acabou por correr a Meia-maratona, terminando com o tempo de 1h32m56, o que mereceu aplausos dos participantes e organizadores, que decidiram entregar uma medalha de participação para o inesperado concorrente.

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Surpresa com o feito da cadela ficou April Hamlin, que garantiu que Ludivine, de dois anos e meio, não gosta de exercícios físicos, chegando mesmo a classificar o animal de… «preguiçoso».

«A minha primeira reação foi de vergonha e preocupação por ela ter participado na prova, já que poderia prejudicar o ritmos dos outros concorrentes», confessou à revista Runner´s World. «Não posso acreditar que ela correu toda a prova… Ela é realmente muito preguiçosa!»

Ou seja, se, sem treinar, Ludivine terminou em sétimo, imagine o que alcançaria se habitualmente corresse…

O feito da cadela tornou-se viral nas redes sociais e já há inclusive uma página no Facebook sobre o feito (veja aqui), assim como camisolas. A cadela já é a principal atração da cidade, além de promover a prova do próximo ano.

https://www.youtube.com/watch?v=KdYe5D8WhdM

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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