Britânico propõe um recibo de supermercado com a informação nutricional do que estamos a levar

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Quem corre regularmente tem a consciência da importância da alimentação para a performance. Por isso, a proposta do designer britânico Hayden Peek, de divulgar os dados nutricionais do que estamos a comprar nos recibos do supermercado, poderá facilitar em muito as nossas opções.

 

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Peek propõe que os recibos de supermercado apresentem gráficos com a informação nutricional do que estamos a levar para casa. O objetivo é ajudar na luta contra a epidemia da obesidade.

«Com gráficos simples é possível desmontar a complexidade da informação nutricional dos alimentos que consumimos, é possível ter uma ideia da nossa dieta», revela o designer, que cita um exemplo. «Imagine uma mãe que faz compras semanais para a sua família. Todas as semanas ela vê que o seu recibo do supermercado apresenta a cor vermelha. Por quanto tempo ela vai ignorar esta informação? Por quanto tempo ela não alterará o seu comportamento?»

Evidentemente que o plano de Hayden Peek não se limita ao Mundo da Corrida, mas toda a sociedade. No entanto, esta nova visão também influenciará inevitavelmente o comportamento dos CORREDORES ANÓNIMOS espalhados por todo o Mundo, a grande maioria incapaz de compreender a importância da alimentação para a sua performance.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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