Brasileira Fernanda Maciel regista recorde de ascensão e descenso do Aconcagua

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A brasileira Fernanda Maciel foi a primeira mulher a registar um tempo para a ascensão e descenso do Aconcagua, a maior montanha da América, sendo o seu ponto mais alto de 6962 metros (veja aqui o recorde masculino).

 

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A brasileira cumpriu o trajeto com o tempo de 14h10 e conseguiu alcançar um objetivo que, até ao momento, é inédito, já que nenhuma mulher conseguiu tal feito (veja aqui como foi alcançado o seu recorde). Maciel tentou aliás estabelecer este recorde no ano passado, mas não conseguiu devido a problemas físicos, assim como a uma má preparação de adaptação a altitude.

 

No entanto, de referir que este ano, e devido às condições meteorológicas e a uma forte dor de cabeça quando estava a 6000 metros, Maciel teve de adiar o seu sonho por alguns dias, temendo-se inclusive o pior. A brasileira foi obrigada a alterar o plano inicial na segunda tentativa, já que a corrida começou e terminou na Plaza de Mulas (4350 m) em vez da entrada oficial do a entrada do Parque Provincial Aconcagua, como estava estipulado.

 

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«Acabei de passar por Nido de Condores (5500m) e agora estou indo em direção ao cume! Este ano está bastante complicado pelo excesso de neve e gelo!», escreveu a brasileira na sua página do Facebook

 

Para alcançar o inédito recorde, a brasileira, além da ascensão e descenso, teve de superar ventos que rondaram os 50 quilómetros, além de temperaturas que chegaram a 12 graus… negativos.

 

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«Woohoo, cheguei no cume!!! Agora é hora começar a descer!», escreveu a brasileira na sua página do Facebook

Este foi o quarto desafio superado de Fernanda Maciel no projeto denominado “White Flow”. Os primeiros três foram o Caminho Francês de Santiago (860 km em dez dias), a Favela da Rocinha (uma corrida vertical da base até ao topo por becos, escadarias e pequenos caminhos. No total: 4,2 km / + 400 metros / 25m08) e o Nepal (correr a Everest Trail Race – 160km e 39.000m acumulados em 6 dias).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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