Bombista de Boston: «Gostaria de pedir desculpa às vítimas e aos sobreviventes»

O bombista de Boston, Dzhokhar Tsarnaev, na sua primeira declaração pública desde os atentados, ocorridos em 2013, pediu desculpas às vítimas e sobreviventes. O jovem foi formalmente condenado à pena de morte esta quarta-feira.

 

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«Gostaria de pedir desculpa às vítimas e aos sobreviventes. Sou culpado, que não haja dúvidas sobre isso», afirmou Tsarnaev, de 21 anos, pouco depois de um juiz federal dos Estados Unidos ter confirmado a condenação à pena de morte na sequência da decisão do júri popular proferida a 15 de maio passado.

«Condenamo-vos à morte por execução», proferiu o juiz George O´Toole, no Tribunal Federal de Boston.

Recorde-se que Tsarnaev foi um dos autores do atentado de 15 de abril de 2013, considerado o pior registado nos Estados Unidos desde os ataques levados a cabo pela Al-Qaida, a 11 de setembro de 2001.

atentadoboston1O atentado, provocado pelo rebentamento de dois engenhos explosivos de fabrico artesanal colocados junto à linha de chegada da prova da maratona, provocou três mortos (houve uma quarta morte, um agente da polícia, atingido por tiros dias depois do atentado) e 264 feridos (17 das quais sofreram amputações graves).

O outro autor foi o seu irmão mais velho, Tamerlan, abatido durante a perseguição policial e, segundo a defesa, mentor e instigador dos acontecimentos de 2013.

Tsarnaev foi culpado de 17 crimes, entre os quais o uso de arma de destruição com a intenção de matar, assim como de assistir, planear e executar a morte de quatro pessoas, três no atentado.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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