Gatlin acredita que Bolt voltará a correr dentro de um ano

Uma temporada! É este o período de tempo que Usain Bolt ficará fora das pistas segundo o atual campeão mundial dos 100 metros, o norte-americano Justin Gatlin, que derrotou precisamente o jamaicano no recente Mundial de Londres.

 

«Falei com Bolt e disse-lhe que não dava um ano para o seu regresso. E acredito que ganharei a aposta de 100 dólares que fizemos entre nós», afirmou Gatlin, que derrotou o relâmpago no Mundial de Londres, com Bolt a assegurar o terceiro lugar da prova, ainda atrás de Chris Coleman. 

Na ocasião, o “Relâmpago”, recordista do Mundo nos 100 e 200 metros, com 9s58 e 19s19, respetivamente, garantiu que aquela seria a sua última competição.

 

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Gatlin defendeu que, neste momento, Bolt «precisa de ter tempo livre e de ir a festas».

Bolt que é visto em diversos eventos publicitários um pouco por todo o Mundo. Foi aliás no Japão que o jamaicano fez uma declaração que causou alguma surpresa no Meio da Velocidade:

«Acredito que os meus recordes não serão superados nos próximos 15, 20 anos. A minha época, juntamente com Yohan Blake, Justin Gatlin, Asafa Powell e outros, foi a melhor época da velocidade. Nessa altura acreditava que era possível superar os meus recordes , agora não acredito.»

Bolt “quase morreu” com Lewis Hamilton

De referir que, recentemente, Bolt apanhou uma “boleia” ao lado do tetracampeão Lewis Hamilton num Mercedes AMG GT. No total, o jamaicano teve o prazer de dar duas voltas ao Autódromo de Austin, nos Estados Unidos.

 

«Pensei que ia morrer», admitiu o jamaicano, que não escondeu no entanto a sua alegria por partilhar a experiência ao lado do britânico Lewis Hamilton, que, no recente Grande Prémio do México, conquistou o quarto título mundial da carreira, colocando de vez o seu nome entre os principais pilotos da Fórmula 1 de todos os tempos.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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