Bolt precisou de quase oito meses para correr menos de 10 segundos

bolt

Demorou, mas finalmente Usain Bolt conseguiu correr os 100 metros em menos de 10 segundos em 2015. Aconteceu em mais uma etapa da Liga Diamante, em Londres, esta sexta-feira.

 

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O jamaicano registou 9s87 nas meias-finais da Liga Diamante, que decorre no Estádio Olímpico de Londres.Recorde-se que Bolt esteve recentemente lesionado na região lombar.

Nota ainda para o norte-americano Michael Rodgers, segundo melhor nas meias-finais, com 9s92.

Na final, Bolt repetiu o seu tempo e acabou por ganhar a prova. Na segunda posição ficou precisamente Rodgers, que melhorou o seu tempo, registando 9s90. Em terceiro ficou Kemar Bailey-Cole, com 9s92, o seu melhor tempo.

«No geral, foi uma boa corrida. Queria correr mais rápido, mas a minha partida foi muito má e isso prejudicou-me (…). Sinto que estou a chegar lá e isso é uma coisa . Tenho de trabalhar muito até Pequim [onde vão decorrer os Mundiais], de continuar a puxar por mim. Senti-me bem e, se trabalhar a minha partida, estarei melhor em Pequim. Tenho de ser mais consistente.»

O melhor tempo do ano nos 100 metros está na posse do norte-americano Justin Gastlin, com 9s74.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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