Bolt: «No final da época verei como me dou no Borussia Dortmund»

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O jamaicano Usain Bolt, recordista mundial dos 100 e 200 metros e nove vezes capeão olímpico, reafirmou que vai mesmo treinar no Borussia Dortmund no final da presente temporada. «Acredito que posso ser um bom extremo ou avançado para poder usar a minha velocidade», defendeu.

 

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Na estreia do documentário «I Am Bolt», em Londres, o jamaicano confessou que vai mesmo treinar com o Dortmund, tudo devido a Puma, patrocinadora do clube alemão e do velocista.

«A Puma disse-me que podia treinar uns dias com o Dortmund e aceitei. Era uma coisa que queria fazer há muito tempo e tenho que experimentar. No final da época irei alguns dias e depois verei que tal me dou. Creio que seria um bom extremo ou avançado para poder usar a minha velocidade», defendeu o vencedor de nove medalhas de ouro nos últimos três Jogos Olímpicos, além de recordista mundial nos 100 e 200 metros.

O documentário «I Am Bolt» retrata precisamente o caminho do jamaicano até os Jogos do Rio de Janeiro, quando escreveu de vez o seu nome na História do Desporto mundial.

Recorde-se que Bolt vai deixar as grandes competições após o Mundial de Atletismo, no próximo ano, em Londres, entre os dias 05 e 13 de agosto.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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