Bolt: «Dói muito ter de entregar uma das minhas medalhas olímpicas»

Usain Bolt

Usain Bolt já entregou a medalha de ouro nos 4x100m que conquistou nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, tudo devido ao doping do seu companheiro de estafeta Nesta Carter. «Dói muito», admitiu a estrela jamaicana.

 

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«Dói muito ter de entregar uma das minhas medalhas olímpicas. Devolvi a medalha porque houve uma solicitação do Comité Olímpico Internacional (COI). Não estou feliz, mas são coisas que acontecem na vida», afirmou Bolt à Agência Reuters.

Recorde-se que o COI confirmou que a Jamaica tinha perdido a medalha de ouro conquistada em 2008 na passada quarta-feira. Carter foi um de vários atletas acusado de doping pela entidade nos últimos meses, tudo devido a novas análises de amostras de urina e sangue obtidas nos Jogos Olímpicos de Pequim e Londres 2012.

Apesar de Carter, que acusou metilhexaneamina, ter revelado que pretendia recorrer ao Tribunal Arbitral do Desporto, Bolt decidiu já entregar a medalha, o que faz com que a sua brilhante história tenha agora menos brilho, concretamente com oito em vez de nove medalhas de ouro olímpicas.

Além de Bolt e evidentemente Carter, Michael Fraser e Asafa Powell também perderam o objeto mais desejado numa carreira desportiva. Na ocasião, a equipa jamaicana registou 37s10, então recorde mundial.

«Apesar de perder esta medalha, isso não ensombra o que conquistei na minha carreira. Não posso permitir que isso abale a minha temporada, mas não estou feliz.»

De referir que, devido a eliminação da Jamaica, o novo pódio olímpico de Pequim 2008 ficou assim: Trinidad e Tobago, Japão e Brasil.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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