Bolt corre os 150m, lidera a sua equipa e vence a Nitro Athletics Series na última prova

Usain Bolt na Nitro Athletics

A denominada Bolt All-Stars Team foi a grande vencedora da primeira etapa da Nitro Athletics Series, nova competição que pretende trazer novos adeptos ao Atletismo. A participação da estrela jamaicana Usain Bolt nos 150 metros e 4×100 metros misto foi fundamental para o triunfo.

 

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Em Melbourne, Bolt correu os 150 metros em 15s28, cerca de um segundo a mais do que o seu próprio recorde mundial na distância (14s35). Atrás ficaram Joseph Miller, da Nova Zelândia (15s44) e o inglês Confidence Lawson (15s69).

Bolt regressou ainda para os 4×100 metros misto, ao lado dos compatriotas Asafa Powell e Natasha Morrison e a norte-americana Jeneba Tarmoh. Com o triunfo na prova, a Bolt All-Stars Team conseguiu retirar uma desvantagem de 38 pontos e acabou por ganhar a nova competição da IAAF, que terá mais etapas este ano. Em segundo lugar ficou a Austrália, com menos 12 pontos.

«É a primeira vez que estou em forma em fevereiro. Estou feliz por ter competido numa corrida individual. Senti-mme bem e a minha preocupação era não me lesionar. Mas ainda tenho vários meses até o Mundial. Procurarei estar presente em todas as etapas para que todos possam me ver antes da minha reforma, no Mundial.»

Além da Austrália e da equipa de Bolt, a Nitro Athletics Series contou com a participação da Inglaterra, Nova Zelândia, Japão e China. Alguns meios revelaram que Bolt recebe cerca de 700 mil euros por participação na nova prova da entidade que rege o Atletismo mundial. O seu presidente, Sebastian Coe, revelou na sexta-feira que a competição é um sucesso.

«Vi espetáculo, diversão e risos. Isso é que faltava ao Desporto durante muitos anos. Foi um início fantástico. Se não inovarmos, seremos cada vez menos relevantes no Desporto e não podemos deixar que isso aconteça.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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