Bekele ataca o recorde do Mundo da Maratona em Dubai antes de Londres

Antes da Maratona de Londres (leia aqui), o etíope Kenenisa Bekele, principal nome da primeira Majors do ano, vai tentar alcançar o recorde do Mundo na Maratona do Dubai, a maratona mais rica do Mundo, agendada para o dia 20 de janeiro. Caso alcance o feito, levará para casa um cheque no valor de cerca de 285 mil euros.

 

Partilhe pelos amigos e faça um LIKE na nossa página. Obrigado!

 

Em declarações a Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Bekele, que, em Berlim, no ano passado, ficou a apenas seis segundos (2h03m03) do melhor registo de sempre na Maratona (2h02m57, na posse do queniano Dennis Kimetto, alcançado em Berlim, em 2014), afirmou que ficou satisfeito com o seu tempo na Alemanha, mas ficou dececionado por não ter alcançado o recorde do Mundo na distância.

«Dei-me conta no entanto que tinha de fazer umas alterações no meu treino», confessou o atleta.

E o resultado dessas alterações serão vistas já no próximo dia 20 de janeiro, na Maratona do Dubai, que proporciona um percurso propício para recordes, já que apresenta menos curvas e é mais plano.

O melhor tempo da prova está na posse do etíope Ayele Abshero, que, em 2012, correu os 42,195 km em 2h04m23. De referir que Bekele não tem boas recordações do Dubai, pois, em 2015, abandonou a prova no quilómetro 30 devido a uma lesão.

A Maratona do Dubai é a prova mais rica do mundo, já que distribui proveitos monetários acima da média. Por exemplo, o atleta que vencer a prova e alcançar o recorde do Mundo leva para casa 300 mil dólares (cerca de 285 mil euros).

O Prize Money da prova é o seguinte (valores em dólares).

Homens Mulheres
Primeiro 200.000 200.000
Segundo 80.000 80.000
Terceiro 40.000 40.000
Quarto 20.000 20.000
Quinto 13.000 13.000
Sexto 12.000 12.000
Sétimo 11.500 11.500
Oitavo 11.000 11.000
Nono 10.500 10.500
Décimo 10.000 10.000
 Recorde do Mundo  100.000  100.000

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos