Baysa sai do quarto para o primeiro lugar nos últimos sete km e vence a Maratona de Boston

 

vencedoresboston

Atsede Baysa foi o nome da 120.ª edição da Maratona de Boston, realizada esta segunda-feira (é sempre disputada na terceira segunda-feira de abril). Apesar de ocupar, aos 35 km, o quarto lugar, encontrou forças para vencer, feito também alcançado por Lemi Hayle, no masculino. De referir que a Etiópia somou cinco dos seis lugares dos pódios.

 

Partilhe pelos amigos e faça um LIKE na nossa página. Obrigado! 

 

A prova masculina da Maratona de Boston foi um duelo particular entre dois etíopes, Lemi Hayle e Lelisa Desisa. Os dois correram com o pelotão mas acabaram por se afastar do mesmo na parte final da corrida. No entanto, Hayle foi mais forte nos quilómetros finais e acabou por ganhar a prova, com o tempo de 2h12m45, enquanto o seu compatriota registou 2h13m32. Na terceira posição ficou outro corredor da Etiópia, Yemane Adhane Tsegay, com 2h14m02.

Mas o duelo da Maratona de Boston aconteceu no feminino, que consagrou Atsede Baysa, que realizou uma prova realmente fantástica. No km 35 era quarta, com o tempo de 2h05m06, enquanto a compatriota Tirfi Tsegaye liderava com 2h04m29. No entanto, numa recuperação notável, conseguiu ultrapassar tudo e todos e alcançou a liderança já depois dos 40 km, terminando a Maratona de Boston com o tempo de 2h29m19, relegando Tsegaye para o segundo lugar (2h30m03). No último lugar do pódio ficou a queniana Joyce Chepkirui, com 2h30m50.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos