Barbara Pierre confirma domínio dos Estados Unidos nos Mundiais e vence os 60 metros

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Os Estados Unidos continuam a dominar os Mundiais de Atletismo de Pista Coberta, que está a ser realizado em Portland. No penúltimo dia de competição, alcançaram metade das medalhas de ouro em disputa, entre elas a dos 60 metros feminino.

 

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No total, os Estados Unidos somam oito ouros em 17 possíveis. Na principal prova do dia, Barbara Pierre, com 7s02, superou por dois centésimos a holandesa Dafne Schippers, campeã do mundo nos 100 e 200 metros. Na terceira posição ficou a americana Elaine Thompson, com 7s06.

https://www.youtube.com/watch?v=_aZDxEQNjQY

Nos 800 metros, novo campeão norte-americano, Boris Berian, com 1m45s83. Nos 400 metros, os triunfos foram para o checo Pavel Maslak (45s44) e para Oluwakemi Adekoya, do Bahrein (51s45). Nota também para a vitória da holandesa Sifan Hassan nos 1.500 metros (4m04s96).

RESULTADO

1) Barbara PIERRE (USA), 7s02 (tempo de reação: 0s138)
2) Dafne SCHIPPERS (NED), 7s04 (0s144)
3) Elaine THOMPSON (JAM), 7s06 (0s174)
4) Michelle-Lee AHYE (TTO), 7s11 (0s145)
5) Asha PHILIP (GBR), 7s14 (0s137)
6) Tori BOWIE (USA), 7s14 (0s125)
7) Marie-Josee TA LOU (CIV), 7s29 (0s312)
8) Dina ASHER-SMITH (GBR), desistência

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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