Atletas do Quénia podem falhar Jogos do Rio 2016

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Os atletas do Quénia podem falhar os Jogos Olímpicos Rio 2016 devido a legislação local não estar de acordo com as regras internacionais quanto ao doping, revelou a Agência Mundial Antidoping (AMA).

 

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«A AMA decidiu esta quinta-feira que o Quénia não está conforme o código antidoping da agência. Deste modo, a sua participação nos próximos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro está em causa», afirmou a entidade após uma reunião em Montreal, no Canadá.

Segundo o presidente da comissão de verificação da conformidade de processos da AMA, René Bouchard, a decisão, unânime, aconteceu depois da reunião da entidade esta quinta-feira. 

A decisão tem efeito imediato e, deste modo, a participação de atletas do Quénia nos Jogos Olímpicos do Rio, entre 05 e 21 de agosto, está seriamente em causa.

Recorde-se que o presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, aprovou, após vários adiamentos, uma nova lei antidoping no país a 22 de abril, mas tal legislação não recebeu agora a aprovação da AMA.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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