Atletas do Atletismo emocionadas com a recepção no Aeroporto de Lisboa

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O Aeroporto de Lisboa voltou a encher esta segunda-feira com a chegada da comitiva portuguesa que participou no Europeu de Atletismo. As medalhadas Dulce Félix (medalha de prata nos 10 mil metros), Sara Moreira (medalha de ouro na Meia-maratona) e Patrícia Mamona (medalha de ouro no salto triplo) estiveram no centro da atenção.

 

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Como é habitual nestas situações, o hino nacional foi cantado no Aeroporto de Lisboa, poucos momentos depois da chegada da comitiva. A primeira a falar foi Sara Moreira, visivelmente surpreendida com a recepção.

«É bom para o atletismo estes resultados, ninguém esperava. Também não estava à espera de tanta gente aqui. Estou muito feliz e espero que isto tudo seja um bom presságio para os Jogos. A preparação agora continua, as duas próximas semanas são muito importantes. O Europeu servia como preparação e foi um teste positivo, mas temos de estar com os pés assentes no chão para estarmos em pleno a 14 de agosto. Pretendo estar na minha melhor forma e, se assim for, tudo é possível. Não prometo medalhas, mas vou lutar muito por ela.»

Opinião partilhada por Dulce Félix.

«Isto é fantástico, é um orgulho sermos recebidas assim, como sinto um enorme orgulho por ser portuguesa. Vamos trabalhar agora pelas medalhas nos Jogos Olímpicos, mas é necessário trabalhar muito bem nas duas próximas semanas.»

Patrícia Mamona confessou que estava «nervosa» e «nas nuvens» com a recepção. «É uma maluquice», referiu. «Estou muito nervosa e surpreendida com esta recepção.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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