Atleta queniana revela que dirigente pediu dinheiro para «abafar» casos de doping

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Suspensa por quatro anos devido ao consumo de doping, a queniana Francisca Koki Manunga acusou o diretor executivo da Federação Queniana de Atletismo de pedir 22 mil euros para «abafar» o seu caso de doping.

 

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«Isaac Mwangi pediu 22.000 euros para abafar o meu caso de doping, mas também da minha companheira de seleção, Joyce Zakari», afirmou Manunga à AFP. «Não tínhamos tanto dinheiro. Aliás, nunca vi tanto dinheiro. Comecei a carreira profissional há pouco tempo e ainda não consegui juntar qualquer verba significativa.»

Recorde-se que Koki Manunga, juntamente com outras seis atletas do seu país, foram suspensas em novembro último devido ao controlo positivo de doping nos Mundiais de Pequim do ano passado.

Segundo a atleta, Isaac Mwangi conseguiria «resolver a situação» caso ela e a colega conseguissem reunir os pedidos 44 mil euros…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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