Atleta alemão morre na Meia-maratona de Lisboa

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Num dia de festa, devido aos 25 anos na prova, a Meia-maratona de Lisboa ficou marcada pela morte de um atleta, de origem alemã, de 43 anos.

 

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Após ser assistido durante a prova pela equipa médica, o atleta alemão foi conduzido ao Hospital São Francisco Xavier, acabando por não sobreviver. Segundo declarações à Lusa, o corredor alemão morreu, ao que tudo indica, por «causas cardíacas».

«É um cidadão alemão. Ainda não há identificação confirmada porque ele veio integrado num grupo de 20 alemães que vieram por uma agência alemã. Às vezes, o que acontece é que eles trocam os dorsais e, por isso, estamos a tentar confirmar se o dorsal corresponde à identidade», afirmou a fonte do Maratona Clube de Portugal à Lusa. «Ele sentiu-se mal, teve logo apoio médico, foi transportado para o São Francisco Xavier, onde veio a falecer. Tudo indica que seja por causas cardíacas.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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