ASICS desafia corredores a derrotarem o… Sol

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A terceira edição da ASICS Beat the Sun já está a decorrer. Recorde-se que esta iniciativa tem como objetivo promover uma corrida “contra o Sol” no próximo dia 21 de junho, o dia mais longo do ano, em Chamonix-Mont-Blanc, em França.

 

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Coincidindo com o solstício de Verão, a ASICS Beat the Sun vai reunir 24 corredores amadores e 24 corredores profissionais. Divididos em oito equipas (três profissionais e três amadores), os participantes terão de percorrer 150 km ao redor de Chamonix-Mont-Blanc em 15h41m35 (cada corredor terá de completar dois segmentos entre 3 e 19 quilómetros, em diferentes altitudes e tipos de terreno), que atravessa território francês, suíço e italiano. O objetivo é chegar a meta antes do pôr do Sol.

Haverá três equipas europeias (formadas por corredores do Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Noruega e Polónia); duas equipas da América (Estados Unidos, Brasil, Canadá e México); duas equipas da Ásia-Pacífico (Japão, Singapura, China, Coreia do Sur, Hong Kong e Austrália); e uma de África (África do Sul, Quénia e Burundi).

De notar que qualquer corredor amador pode ficar associado a este evento, bastando para isso a inscrição na página oficial da corrida. Depois, a 25 de abril, a ASICS anunciará os 50 atletas eleitos que participarão no programa de treino de elite da marca. Destes 50 serão eleitos os 24 atletas amadores da prova, que serão conhecidos no dia 20 de maio, sendo depois orientados por um atleta profissional para o grande desafio.

No entanto, este ano, a marca japonesa resolveu impulsionar a corrida a nível mundial, desafiando todos os corredores a aceitarem o desafio, correndo a distância em qualquer ponto do planeta. Foi criado também uma comunidade do evento através da hashtag #BeattheSun. Na página oficial da corrida, ainda encontramos úteis conselhos para completarmos este desafio, com vídeos que abordam vários temas, como a nutrição ou os treinos específicos do trail, por exemplo.

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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