As palavras de Jornet que estão a causar furor nas redes sociais

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Um dos momentos marcantes da recente Hardrock 100 (160km/D+ 20000m, grande parte da prova disputada a mais de 3000m de altitude), considerada uma das principais provas do Ultra Trail do Mundo, foi o término da prova, com Kilian Jornet, vencedor em 2014 e 2015, e o norte-americano Jason Schlarb a cortarem a linha da meta de mãos dadas. As declarações do espanhol no final estão a causar uma onda de elogios nas redes sociais.

 

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«Nas corridas de longas distâncias, o mais importante é a viagem, o descobrir e compartilhar momentos e sensações com a natureza, os voluntários e os corredores. Depois de passar cerca de 23 horas juntos, não tinha sentido ganhar por um ou cinco minutos», afirmou Jornet no final da prova, uma afirmação que comoveu os amantes da modalidade (e não só…), já que demonstra o caráter do espanhol, mas também muito do que representa o espírito do Ultra Trail, apesar do Mundo individualista em que vivemos.

Em relação a prova, Jornet partilhou com o bicampeão do Ultra Trail Mont Blanc, Xavier Thevenard, os primeiros 70 km, com Jason a recuperar e a liderar com o espanhol perto dos 115 km. Ambos terminaram a prova com o tempo de 22h58m28.

No feminino, o triunfo foi para Anna Frost, vencedora de 2015. A corredora da Nova Zelândia terminou com o tempo de 29h02. A espanhola Emma Roca terminou 34 minutos depois que a rival da Oceania.

No total partiram 152 participantes para a Hardrock 100, terminando 113, 16 dos quais do sexo feminino.

https://www.youtube.com/watch?v=XvF6UixBWPc

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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