Andrew Miller escreve o seu nome na história da clássica Western States Endurance Run

 

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Uma das provas mais marcantes do Trail mundial, que faz parte inclusive do Ultra Trail World Tour, a Western States Endurance Run, a mais antiga corrida de 100 milhas dos Estados Unidos (começa em Squaw Valley e termina em Auburn, na Califórnia), viveu um dos seus momentos de sempre devido ao triunfo de Andrew Miller, o mais jovem atletas a ganhar a prova, com apenas 20 anos.

 

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Com mais de 40 anos, a Western States é uma das mais tradicionais corridas nos Estados Unidos. Por isso, o triunfo na prova marca a carreira de qualquer atleta, ainda mais quando as condições meteorológicas são muito complicadas, como foi o caso deste ano, principalmente devido ao forte calor que assola o estado da Califórnia.

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As 100 milhas (160 km) tiveram dois nomes em foco: Jim Walmsley, que dominou por completo grande parte da prova (muitos acreditaram que iria superar o recorde da corrida), e Andrew Miller, que controlou o eu esforço para assumir a liderança nas últimas 25 milhas (40 km), terminando a corrida em 15h39. Atrás ficaram Didrik Hermanssen (16h16) e Jeff Browning (16h30).

No feminino, vitória “tranquila” de Kaci Lickteig, uma das coqueluches do trail mundial, que não deu hipóteses as suas rivais. Terminou a prova com 17h57. Amy Sproston (18h54) e Devon Yanko (19h10) ficaram nas segunda e terceira colocações, respetivamente.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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