Andorra Ultra Trail Vallnord: inscrições esgotadas para a Ronda dels Cims

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Considerada uma das 10 provas de montanha mais selvagens do mundo e a mais dura da Europa, a Ronda dels Cims, com 170 km e 13.500 m de desnível positivo, é a prova cabeça de cartaz do evento Andorra Ultra Trail Vallnord, entre 25 e 28 de junho, um evento que reúne cinco provas para os amantes do trail.

 

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Para termos uma ideia da importância da Ronda dels Cims no cenário do trail, refira-se que as inscrições já estão esgotadas. Por isso, neste momento, é apenas possível participar nas restantes provas (as inscrições terminam a 30 de abril), que são as seguintes:

Mític – 112 Km e 9.700 metros de desnível positivo
Celestrail – 83 km e 5.000 metros de desnível positivo
Marató dels Cims – 42 km e 3.000 metros de desnível positivo
Solidaritrail – 10 km

Duas palavras prevalecem no Andorra Ultra Trail Vallnord, superação e solidariedade, já que a prova reúne atletas de alto nível, mas também principiantes, sempre sob a filosofia da sustentabilidade e responsabilidade social.

Julia Boettger-Ronda dels Cims 2014-Stephane Salerno

De referir que o percurso da prova é feito pelo parque natural Comunal de las Valles del Comapedrosa, Valle de Sorteny e pelo Valle del Madriu, declarado património mundial pela Unesco. Rios de espuma a caírem pelas encostas, lagos glaciares e bosques profundos são apenas algumas das paisagens que esperam os competidores e os seus acompanhantes, numa prova em que os mesmos se sentem em casa devido ao insuperável apoio dos locais, uma das grandes marcas do evento, que se fará sobre a magia da Lua cheia.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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