Alysia Montaño revela gravidez… sem correr

A norte-americana Alysia Montaño surpreendeu o Mundo quando, em 2014, correu os 800 metros no Campeonato Nacional dos Estados Unidos com uma barriga de 8 meses. O vídeo tornou-se de imediato viral. A atleta, medalha de ouro nos Mundiais de Estafeta em 2015 (4x800m) e quinta nos Jogos Olímpicos de Londres, entre outros resultados de relevo, anunciou estar novamente grávida, dessa vez com um título mais… ternurento, mas mesmo assim na pista.

 

Grávida de oito meses, Montaño terminou a sua série do Campeonato Nacional dos Estados Unidos na última posição, com o tempo de 2m32s13. No entanto, na ocasião, ninguém foi mais falada do que a atleta, com o vídeo a passar constantemente nas redes sociais.

«Senti-me bem durante toda a gravidez e tinha o desejo de novamente correr. Consultei o meu médico antes da minha decisão de participar nos Nacionais, que tirou qualquer receio da minha parte, do medo do que poderiam pensar as pessoas sobre uma mulher a correr ou a fazer exercícios durante a gravidez. O que descobri foi que o exercício é muito benéfico para a mãe e para o futuro bebé», referiu na ocasião.

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E é precisamente com a sua filha Linnea que Montaño reaparece agora num novo vídeo, desta vez com uma barriga menos saliente. A norte-americana já revelou que não pretende disputas os Nacionais dos Estados Unidos, em junho, embora tenha revelado que pretende correr algumas corridas de 5 km por «diversão».

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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