Almaz Ayana conquista a primeira medalha do Atletismo nos Jogos do Rio com recorde do mundo

ayana

A etíope Almaz Ayana foi a grande vencedora da prova dos 10000 metros dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a primeira prova que entregou medalhas no Atletismo, que começaram esta sexta. E com um recorde do mundo…

 

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Numa final direta, com cerca de 40 atletas na linha da meta, Ayana imprimiu uma corrida impressionante, isolando-se na liderança nos 5200 metros. Antes, um grupo de seis africanas e uma europeia (embora de nacionalidade queniana…) comandou a prova, dando a primeira volta as restantes rivais nos 3200 metros, tal a diferença de nível entre o primeiro grupo e os restantes.

Ayana terminou a prova com o tempo de 29m17s45 (2m54s59 no último quilómetro…), novo recorde do mundo (o anterior era de 29m31s78), um registo que era de 1993 e que muitos acreditavam ser imbatível, já que havia fortes suspeitas de ter sido alcançado devido ao doping.

Nas posições seguintes ficaram Vivian Jepkemoi Cheruiyot (Quénia), com o tempo de 29m32s53, e Tirunessh Dibaba (Etiópia), com 29m42s56, bicampeã olímpica. Esta foi a melhor corrida de 10 mil metros de sempre, com as quatro primeiras a correrem abaixo dos 30 minutos.

A primeira não africana a terminar foi a norte-americana Molly Huddle, sexta, com o registo de 30m13s17.

A prova foi liderada por duas atletas. Nos primeiros cinco mil metros, Alicee Aprot Nawowuna (Quénia), com os seguintes tempos parciais (terminou na quarta posição, com o tempo de 29m53s51):

5000: 14m46s81
4000: 11m49s79
3000: 8m52s70
2000: 5m55s79
1000: 3m01s53

Depois surgiu Ayana…

10000: 29m17s45
9000: 26m22s88
8000: 23m25s37
7000: 20m29s98
6000: 17m36s74

https://www.youtube.com/watch?v=nOilE4YZmg4

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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