Africanos vencem a Maratona de Paris

korir

O queniano Mark Korir, em masculinos, e a etíope Meseret Mengistu, em femininos, foram os grandes vencedores da 39.ª edição da Maratona de Paris, prova que reuniu nas suas ruas impressionantes 54 mil corredores.

 

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Segundo classificado na última Meia-maratona de Paris, em março, Mark Korir, de 20 anos, alcançou este domingo a sua primeira vitória numa maratona internacional, com o tempo de 2h05m49 (o seu melhor registo era de 2h07m08). O recorde da prova está na posse do etíope Kenenisa Bekele, vencedor em 2014 com 2h05m04.

Korir superou o compatriota Luka Kanda (2h07m20″) e o etíope Seboka Tola (2h07m33).

Recorde pessoal também alcançou Mengistu. De 2h29m22 baixou para 2h23m24, um registo realmente impressionante. A etíope superou a compatriota Amane Gobena e a queniana Visiline Jepkesho.

A Maratona de Paris contou este ano com 32 lebres. Ao longo do percurso, estiveram cerca de 100 bandas de música para animar os corredores, além de um público bastante entusiasta. De referir que, no Top 10, tanto no masculino como no feminino, há apenas uma não africana: a gaulesa Martha Komu, décima no escalão feminino…

 

Classificações

 

HOMENS

1. Mark Korir (KEN), 2.05.49

2. Luka Kanda (KEN), 2h07:20

3. Seboka Tola (ETH), 2h07:33

4. Mike Kighen (KEN), 2h07:42

5. Gilbert Kirwa (KEN), 2h07:44

6. Laban Korir (KEN), 2h07:54

7. Deresse Chimsa (ETH), 2h07:56

8. Joel Kimurer (KEN), 2h09:46

9. Pius Kirop (KEN), 2h09:58

10. Sintayehu Legese (ETH), 2h11:07

 

MULHERES

1. Meseret Mengistu (ETH), 2.23.26

2. Amane Gobena (ETH), 2h23:30

3. Visiline Jepkesho (KEN), 2h24:44

4. Meskerem Assefa (ETH), 2h25:58

5. Marta Megra (ETH), 2h26:20

6. Bruktayit Eshetu (ETH), 2h26:48

7. Meseret Legesse (ETH), 2h27:28

8. Atsede Bayisa (ETH), 2h28:13

9. Emily Ngetich (KEN), 2h30:47

10. Martha Komu (FRA), 2h33:33

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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