Sonha em correr 100 km sozinho ou com três amigos? Participe do nosso Passatempo

A segunda edição da 100k Portugal, agendada para o dia 1 de abril, no Complexo Municipal da Lousada, ficará invariavelmente marcada por Analice Silva, como comprovam concretamente duas iniciativas: o dorsal número um, que estará associado ao seu nome para sempre, e o Troféu Analice Silva. O corredoresanonimos.pt tem um dorsal para não ficar de fora desta justa homenagem por parte dos organizadores do evento. Preparado para correr 100 km individualmente ou inserido numa estafeta de quatro amigos?

 

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Prova frequente no exterior e a dar os primeiros passos no nosso país, a 100k Portugal faz parte, já na sua segunda edição, do circuito mundial da modalidade, estando aprovada para divulgação na Ultra Marathon Statistics.
O seu conceito é simples, como explicou João Paulo Meixedo, da organização:

«Cada equipa é livre de gerir a prova do modo que considerar mais conveniente correr os 100 km, não sendo obrigatório que cada atleta corra exactamente a mesma distância. A única obrigatoriedade é, em conjunto, a equipa cumprir os 100 km. No limite, poderá até haver um atleta que nem sequer chegue a dar uma volta ao circuito devido a uma lesão, por exemplo.»

A 100k Portugal decorrerá no dia 1 de abril no Complexo Desportivo da Lousada. O percurso tem a distância de 2,3 km e por isso o apoio do público é frequente, um ânimo para os corredores, que assim se sentem sempre acompanhados.

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Uma das novidades desta edição é a prova da Maratona, que o atleta poderá correr sozinho ou acompanhado de dois amigos, uma excelente ideia da organização, que assim terá, provavelmente, mais competidores em prova, algo fundamental neste tipo de eventos. 

«Esperamos um dia de grande festa e de celebração daquilo que a corrida tem de melhor: a superação e o convívio entre atletas», salientou João Paulo Meixedo.

Analice Silva correu 100 km no ano passado

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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