Devemos correr ou não correr na véspera de uma prova?

Uns acham que é obrigatório, outros dispensam e consideram que de nada vai adiantar. Afinal, é ou não é benéfico correr na véspera de uma prova?

 

Na revista 100% Corrida, o diretor técnico da Elite Assessoria Esportiva, do Brasil, responsável pelo treino e orientação de mais de 150 atletas, entre profissionais e amadores, aborda um dos temas mais comentados nos “corredores” do Mundo do Running.

 O especialista refere no artigo que, antes de alguém dizer algo, se deve ou não correr no dia anterior ao “Dia D”, o mais importante é conhecer o seu método de treino, pois será ele a definir o nosso comportamento.

Portanto, a verdade é que, para alguns corredores, é quase obrigatório correr na véspera, enquanto para outros é o contrário, ou seja, é melhor não correr para não ter um resultado desagradável no dia seguinte.

A importância do histórico do corredor para correr ou não correr na véspera de uma prova

«Antes de tudo é preciso analisar o histórico do corredor, conhecer o seu ciclo de treino, saber quantas sessões costuma realizar durante a semana, contabilizar o seu volume de treino e descobrir como foi o seu comportamento em provas anteriores após treinar na véspera. Só assim poderemos chegar a uma conclusão “científica”, ou seja, se a “corridinha” no dia anterior é ou não é benéfica para o caso específico», refere o treinador à 100% Corrida.

Correr ou não correr na véspera de uma prova, eis a questão
Correr ou não correr na véspera de uma prova é uma das dúvidas frequentes dos corredores

Depois de esclarecer no artigo a sua opinião, o especialista Belino Coelho ainda dá um último conselho, que devemos ter em conta no dia seguinte ao “Big Day”, principalmente os corredores que treinaram na véspera. A verdade é que, para melhorarmos a nossa perfomance, é fundamental avaliarmos uma série de variáveis, que, no seu conjunto, quando optimizadas, acabam por ditar o nosso êxito na corrida, seja para alcançarmos o nosso melhor tempo pessoal como para evitar lesões, que acabam por serem mais frequentes do que deveria ser habitual, muito fruto de uma má preparação por parte do corredor.

LEIA AQUI A OPINIÃO DE BELINO COELHO

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Pedro Alves

Pedro Alves

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