Conheça os principais sintomas de overtraining

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O overtraining pode ser definido como uma resposta generalizada ao stresse em atletas e caracterizado por fadiga persistente, perda de rendimento e alterações bioquímicas e psicológicas. O aumento do volume e/ou intensidade de treino e o insuficiente tempo de recuperação são as principais causas de overtraining. Artigo da autoria da especialista Raquel Costa.

 

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Como sintomas de overtraining é comum verificar:

• cansaço anormal
• apatia geral
• desmotivação
• diminuição da autoestima
• irritabilidade
• distúrbios de sono (e.g., insónia)
• ansiedade
• depressão
• dores de cabeça
• perda de peso e de apetite
• aumento da frequência cardíaca em repouso
• aumento da vulnerabilidade a lesões
• diminuição do desempenho

Contudo, não existe um marcador universal capaz de identificar o overtraining. É necessário assim monitorizar uma combinação de variáveis fisiológicas, psicológicas, bioquímicas e imunológicas para o avaliar.

Neste sentido, o overtraining pode causar:

Parâmetros da performance:
– menor consumo máximo de oxigénio (VO2max);
– diminuição da frequência cardíaca máxima (5-10 bpm);
– diminuição da concentração pico de lactato sanguíneo ([Lac]pico).

Parâmetros imunológicos:
– diminuição da quantidade de leucócitos;
– diminuição da quantidade de eosinófilos.

Parâmetros hormonais:
– diminuição da concentração de testosterona;
– mudanças na concentração plasmática e excreção urinária da noradrenalina.

Parâmetros psicológicos:
– ocorrência de distúrbios de humor.

Após conhecimento acerca dos mecanismos do overtraining (Artigo I – conceptualização) e dos principais sintomas que estão inerentes a esta síndrome, descubra no próximo artigo de que forma a pode prevenir e tratar (Artigo III – Prevenção e tratamento).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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