Conselhos para baixar o tempo nos 10 km

Os 10 km continuam a ser uma das provas mais procuradas pelo pelotão mundial, inclusive em Portugal. Todavia, para alcançar bons resultados, é necessário ter em atenção alguns aspetos. Aqui ficam 12 conselhos para baixar o tempo nos 10 km.

 

Nem um, nem dois, nem seis, nem nove. No total, na edição deste mês da 100% Corrida, temos 12 conselhos para os corredores alcançarem bons resultados nos 10 km, distância que tem o dom de receber a estreia de milhares de corredores, que, após algumas semanas/meses de treino, resolvem finalmente competir a nível oficial.

É verdade que o nervosismo acaba por afetar em muito a performance de cada corredor, mas há aspetos que podem e devem ser trabalhados, tendo como objetivo a melhoria do resultado final, seja um corredor de primeira viagem ou um corredor já com alguma experiência. Ao trabalhar estes 12 conselhos que revelamos no artigo da mais recente edição da revista 100% Corrida, o tempo final na corrida será inevitavelmente mais baixo do que o esperado.

«São poucos os corredores que fazem um aquecimento correto. Em distâncias como os 10 km é necessário um bom aquecimento para poder render bem desde o início. Alguns fazem apenas alguns trotes suaves e sprints. Junta dois ou três minutos de corrida intensa, cerca de 10 minutos antes da partida», podemos ler.

Os conselhos abordam várias temáticas, como o mental, o físico, o nutricional e o técnico. A ideia do texto foi ser o mais vasto possível, retratando várias características de uma preparação, mas também a corrida em si. Por exemplo, antes da corrida propriamente dita, o melhor é não fazer alongamentos muito fortes:

«Pode parecer uma contradição, mas poupa nos alongamentos. Faz alguns, mas não com muita amplitude. Se alongares muito, estarás a induzir um efeito relaxante. Guarda os alongamentos de grande amplitude para o final da prova e faz regularmente trabalho de flexibilidade.»

Para ler o artigo completo, clique na imagem abaixo:

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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