Adidas Ultra Boost X: para quem gosta de sentir a corrida

O Adidas Ultra Boost marcou, de certo modo, o Mundo do Running, muito devido ao seu impressionante conforto e leveza. A marca das três riscas foi no entanto mais longe com o Adidas Ultra Boost X, defende Ana Gonçalves. Prepara-se para correr nas nuvens…

 

Confortáveis, leves e um replicar da nossa energia até então inédita. Provavelmente,  estas foram as três caraterísticas principais do Adidas Ultra Boost que marcaram o Mundo do Running há dois anos. Portanto, foi com algum nervosismo que recebemos o “X” do modelo, uma inovação que não defraudou as nossas enormes expetativas, principalmente por provarmos in loco que as novas sapatilhas da Adidas vão muito mais além da corrida, pois também são ideais para outros tipos de desporto, como o ginásio ou o CrossFit, por exemplo. Portanto, a polivalência é um dos fatores decisivos deste novo modelo.

Idealizada para o sexo feminino, com o seu peculiar arco que se adapta a curva do pé e que não deixa ninguém indiferente, o Adidas Ultra Boost X permite sentir em pleno cada passada, o que transforma a corrida numa experiência sensorial diferente do habitual, já que são muitas as sensações transmitidas ao longo dos nossos treinos ou provas, que assim ganham um relevo especial.

 

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Devido ao revolucionário sistema Aramis, a equipa de Running da Adidas conseguiu analisar ao pormenor o movimento do corpo feminino e foi capaz de oferecer um amortecimento de uma leveza ímpar, muito devido a utilização da tecnologia Boost ao longo de toda a meia sola.

A adaptabilidade das sapatilhas aos nossos pés é notória, o que faz com que o conforto seja mais significativo do que o modelo anterior. Quem aprecia não sentir as sapatilhas ao correr, a escolha do Adidas Ultra Boost X é mais do que obrigatória, ainda mais quando há um desenho novo na zona do calcanhar, mais estreito, o que aumenta de modo significativo o ajuste das sapatilhas. O resultado? Uma significativa melhoria na liberdade de movimentos, algo que muitos corredores anseiam na sua corrida (como é o meu caso), mas também em outras modalidades.

Na realidade, a nova aposta da marca das três riscas é um híbrido do PureBOOST X (o primeiro modelo tendo em vista o sexo feminino) e o Ultra Boost. A sua malha superior, o tecido ajustável e respirável Primeknit, foi concebida para se adaptar e mover de acordo com os pés da corredora, evitando ao máximo que o mesmo escorregue no interior das sapatilhas, algo plenamente conseguido. O que temos é uma espécie de “abraço” do tecido ao nosso pé, algo realmente agradável de se sentir, embora admita que muitas corredoras poderão não ficar satisfeitas com este extremo ajuste ao nosso pé, que se calça como se fosse uma espécie de meia (algo já visto nas sapatilhas de futebol, por exemplo).

Por estarmos no Verão e devido a muitos pés incharem quando correm, o meu conselho é comprarem um número acima do habitual para evitarem uma eventual surpresa, que pode ser desagradável…

É verdade que o preço do Adidas Ultra Boost X é “salgado”, mas também é verdade que, ao serem umas sapatilhas polivalentes (podem ser usadas em outras modalidades ou até mesmo como um sapato para ser utilizado no trabalho, fruto do seu design realmente muito feliz concebido pela Adidas), o seu preço final acaba por se justificar, ainda mais devido a sua leveza, conforto e sensações transmitidas aquando estamos a correr.

Um verdadeiro Boost da marca das três riscas…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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