A saúde da mulher corredora

 

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Antepassados acreditavam que a fisiologia feminina era inadequada para a prática desportiva. As mudanças socioculturais ocorridas após a Segunda Guerra Mundial potencializaram o papel da mulher na sociedade. No caso específico do desporto, permitiram-lhes, por exemplo, a participação em atividades desportivas. Na atualidade, milhões de mulheres envolvem-se em atividades desportivas, um pouco por todo o mundo. Artigo assinado por Raquel Costa.

 

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Focando na principal atividade física que nos propomos falar neste espaço – a corrida -, verifica-se que a participação feminina nesta modalidade tem aumentado exponencialmente. Com este aumento, o enfoque na saúde da mulher corredora, principalmente ao nível da investigação, tem ganho maior destaque.

No mundo científico é reconhecido os benefícios que a corrida pode proporcionar ao sexo feminino, podendo ser nomeados alguns deles:

– controlo e manutenção do peso corporal;

– melhorias no sistema cardiovascular;

– prevenção de determinados tipos de doença (ex: obesidade, diabetes, colesterol, cancro, osteoporose entre outros);

– redução do stress

– aumento da autoestima e qualidade de vida

Contudo, a prática desportiva sem orientação especializada, com grande volume de treinos e com tempo insuficiente de descanso e recuperação, proporcionaram um aumento do número de lesões e de problemas de saúde entre as corredoras. Estas incongruências na prática da corrida poderão ocasionar problemas de saúde, quer nos homens, como nas mulheres. Porém, o sexo feminino possui determinadas caraterísticas biológicas que as tornam mais suscetíveis a lesões e problemas fisiológicos.

O grande objetivo dos artigos das próximas semanas, envolvidos na grande temática “Saúde da Mulher Corredora”, será apresentar, informar e explorar os problemas mais comuns que afetam este grupo. Esta série começa na próxima quinta-feira, com «Tríade da mulher atleta – o caso específico das corredoras. Etiologia e Sintomatologia»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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