Lucinda Sousa: «Vitória é terminar as provas sem lesões e usufruir dos trilhos»

Lucinda Sousa é um dos rostos da Prozis XTrail Team, nova equipa do Trail mundial, criada no ano passado e que conta com 18 atletas estrangeiros, três deles portugueses (Armando Teixeira e André Rodrigues também representam Portugal neste novo emblema). A atleta revela na segunda parte desta entrevista o que a inclusão neste projeto teve de positivo para a sua carreira, ao mesmo tempo que afirma que o mais importante nas corridas é terminar as mesmas sem lesões.

 

Qual o balanço que faz da sua experiência na Prozis XTrail Team by Berg Outdoor?
Altamente positiva.

O que de positivo trouxe a sua integração na Prozis XTrail Team by Berg Outdoor?
A possibilidade de interagir de uma forma mais próxima com atletas de várias nacionalidades, onde são trocadas experiências e conhecimentos, tem sido uma mais valia no meu desenvolvimento enquanto atleta.

Os atletas da Prozis XTrail Team com os participantes do evento em Madrid
Os atletas da Prozis XTrail Team com os participantes do evento em Madrid

Principais objetivos para este ano?
Inicio a temporada com a Transgrancanária. Há ainda o Campeonato do Mundo (Espanha), Eiger (Suíça) e Cappadocia (Turquia), por exemplo.

 

E se tivesse que escolher uma prova este ano, qual seria?
Todas as anteriormente mencionadas, mas representar Portugal é sem dúvida o grande objetivo.

E uma vitória?
Vitória é terminar as provas sem lesões e usufruir dos trilhos.

Os 17 atletas da Prozis XTrail Team que estiveram em Madrid
Os 17 atletas da Prozis XTrail Team que estiveram em Madrid
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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