Runners do Demo espera alcançar um novo estatuto com Hélio Fumo

De certo modo, a equipa Runners do Demo surpreendeu tudo e todos neste início do ano ao contratar Hélio Fumo. O diretor desportivo, José Fernandes, revela esta quarta-feira a importância para a sua equipa da contratação do melhor português do último Mundial de Trail.

 

O que significa a contratação de Hélio Fumo para a vossa equipa?
A necessidade de criar uma âncora que permitisse criar novas referências foi o mote do convite ao Hélio Fumo, atleta da seleção nacional de Trail, que estará no próximo campeonato do mundo, em Valência.
Um atleta como o Hélio Fumo representa experiência e um foco novo para a equipa e para os atletas que fazem parte deste projeto.
Existe ainda um compromisso de responsabilidade social, no qual encaixam as ideias do clube e do atleta.

Mas qual será o papel do Hélio Fumo na vossa estrutura?
Ele será o principal candidato aos títulos nacionais, ainda que não se esgotem nos resultados todas as vantagens que trará para a equipa.

Runners do Demo pretende ser “finishers” em todas as distâncias da modalidade Trail

E porque o Hélio Fumo?
O Hélio Fumo vai muito além do simples atleta, o que ele representa, individualmente, encaixa perfeitamente nos objetivos dos Runners do Demo. É nossa missão, através deste clube, apoiar e ligar instituições através da solidariedade, ajudar quem precisa. É neste contexto que o Hélio Fumo surge como nosso principal parceiro para este grupo.

Mas, como melhor português no último Mundial, a contratação de Hélio Fumo é uma demonstração do que pretendem alcançar este ano. Ou não?
Em termos desportivos é claramente uma afirmação. Estamos a criar a estrutura e acreditamos nos nossos atletas. Existem outros, como o Jorge Duarte, o primeiro do ranking nacional de Triatlo Longo. Tentaremos, com a ajuda de todos, chegar aos lugares de topo do Trail nacional.

Quais os principais objetivos para esta temporada em termos desportivos?
Os nossos objetivos estão bem definidos: teremos de ser “finishers” em todas as distâncias da modalidade Trail, Ultra e Endurance por equipas com o melhor resultado possível. Depois iremos fazer de tudo para tentar, individualmente, chegar o mais à frente possível, conquistando os pódios possíveis para encaixar a equipa no patamar mais elevado da modalidade.

LEIA A SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA NA QUINTA-FEIRA 

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos